Consultando o estoque | por Vinício dos Santos
Responda rápido: vocês preferem ver a seleção batendo times fracos em amistosos caça-niquel ou perdendo de seleções importantes para se preparar para a Copa? A menos que você seja um representante da empresa que gerencia os amistosos, a segunda opção é a resposta mais coerente – então, perder para França não é de todo mal.
Mano Menezes escalou a seleção num 4-4-2, mas que tinha mais cara de 4-3-1-2: Lucas é de contenção, e se espera muito que Hernanes e Elias cheguem ao ataque, mas, para isso acontecer, o meio-campo tem que funcionar – e Renato Augusto, definitivamente, foi conhecer a França, já que mal pegou na bola. Com a expulsão do Hernanes ainda na metade do primeiro tempo – incentivada, evidentemente, pelo nocaute dado pelo Anderson Silva essa semana – a seleção, que havia começado bem, sentiu o golpe e ficou sem saber o que fazia.

Não que a França seja essa coca-cola toda, mas botou a seleção na roda no segundo tempo, depois do gol de Benzema na jogada brilhante de Menez – careca, habilidoso, onde foi que vimos isso antes na França… ah meu Deus!! Com o meio-campo lotado de marcadores e sem ninguém devidamente inspirado, coube a Robinho armar as jogadas para Pato, isolado na frente.
E Robinho é o enganador que conhecemos. No ataque, ele prendeu demais a bola. Até mesmo Caio Ribeiro, a Polyana do futebol, fez críticas a ele, ressaltando que faz meses que não joga o que sabe – ou o que faz a gente acreditar que sabe. Depois dos 25, o jogo ficou chato, Mano fez uma porção de substituições questionáveis, como escalar dois atacantes faltando 3 minutos, e o Brasil perdeu, não só porque teve Hernanes expulso, mas porque não jogou nada mesmo.
Ainda é cedo para cornetar Mano Menezes, mas, pensando um pouquinho, vale lembrar que a única partida em que o Brasil animou foi logo na estréia, contra os EUA: ali, a seleção pode contar com Ganso e Neymar, que precisam voltar ao time, assim como Kaká, Ramirez e até Elano, que poderiam resolver a inoperância do meio-campo na partida de hoje. Com o que tinha, o Brasil jogou o que pode e ganhou mais um carimbo na cartela de freguês da França.
Mas tem uma coisa: começamos perdendo logo na entrada das equipes. O uniforme da França deu de goleada na camisa amarela com fita adesiva da seleção.
Mano Menezes escalou a seleção num 4-4-2, mas que tinha mais cara de 4-3-1-2: Lucas é de contenção, e se espera muito que Hernanes e Elias cheguem ao ataque, mas, para isso acontecer, o meio-campo tem que funcionar – e Renato Augusto, definitivamente, foi conhecer a França, já que mal pegou na bola. Com a expulsão do Hernanes ainda na metade do primeiro tempo – incentivada, evidentemente, pelo nocaute dado pelo Anderson Silva essa semana – a seleção, que havia começado bem, sentiu o golpe e ficou sem saber o que fazia.

Não que a França seja essa coca-cola toda, mas botou a seleção na roda no segundo tempo, depois do gol de Benzema na jogada brilhante de Menez – careca, habilidoso, onde foi que vimos isso antes na França… ah meu Deus!! Com o meio-campo lotado de marcadores e sem ninguém devidamente inspirado, coube a Robinho armar as jogadas para Pato, isolado na frente.
E Robinho é o enganador que conhecemos. No ataque, ele prendeu demais a bola. Até mesmo Caio Ribeiro, a Polyana do futebol, fez críticas a ele, ressaltando que faz meses que não joga o que sabe – ou o que faz a gente acreditar que sabe. Depois dos 25, o jogo ficou chato, Mano fez uma porção de substituições questionáveis, como escalar dois atacantes faltando 3 minutos, e o Brasil perdeu, não só porque teve Hernanes expulso, mas porque não jogou nada mesmo.
Ainda é cedo para cornetar Mano Menezes, mas, pensando um pouquinho, vale lembrar que a única partida em que o Brasil animou foi logo na estréia, contra os EUA: ali, a seleção pode contar com Ganso e Neymar, que precisam voltar ao time, assim como Kaká, Ramirez e até Elano, que poderiam resolver a inoperância do meio-campo na partida de hoje. Com o que tinha, o Brasil jogou o que pode e ganhou mais um carimbo na cartela de freguês da França.
Mas tem uma coisa: começamos perdendo logo na entrada das equipes. O uniforme da França deu de goleada na camisa amarela com fita adesiva da seleção.

